Uma das próximas viagens.
Primeira vez que ouvi falar sobre as Cinqueterre, foi graças à Gabel e no único jantar da Liga de Viajantes...
O compromisso era cada um apresentar a sua viagem, fosse a que mais gostou, a que mais o marcou o até a ultima viagem feita.
Amazonia, Nepal, Costa Rica ... (acreditam que agora não me lembro a viagem que levei?? Mas acho que foi Laos/Tailândia)... e Cinqueterre.
Fosse pela simples beleza das fotos, fosse pelo entusiasmo com que o casal descreveu a viagem, os lugares, a paisagem, nunca mais me saiu da memória.
Há anos que penso neste lugar. Itália tem sido destino adiado, no ano passado estreei, e muito bem, com Florença e Siena, e agora gostava de voltar.
E nem de proposito este mês sai uma reportagem de viagens do Gonçalo Cadilhe.
A forma como ele escreve...
"Já muitas vezes, ao longo de quase 20 anos como viajante profissional, fui tentado a usar uma frase que escutei numa canção do Caetano. Nunca me permiti. É uma frase bonita, delicada, que não pode ser levianamente colocada em plano de igualdade com os clichés das brochuras turísticas, nem atirada para a arena dos lugares óbvios e previsíveis, nem desperdiçada no entusiasmo dos deslumbramentos passageiros. Por exemplo, era tão fácil usar essa frase, a frase, na vertigem luxuriosa do Grand Canyon, ou nesse fantasma da História que é a catedral esquecida de Akdamar, no lago de Van, na Anatólia, ou usá-la naquele cemitério perdido no fim da Polinésia que guarda logo ali, ao lado um do outro, os túmulos de Gauguin e Brel, enquanto a brisa agita as palmeiras e o Pacífico continua a ceifar pacientemente as falésias negras de Hiva Oa.
Continuei obstinadamente ao longo dos anos a recusar recorrer à frase da canção do Caetano. À espera da altura certa. O tempo também passa pela sensibilidade do viajante: lugares que aos 20 anos nos parecem "o melhor do mundo", aos 40 podem parecer-nos de uma banalidade confrangedora. E o contrário, claro, também se aplica. E assim, fui adiando. Quando teria finalmente a certeza de poder usar a frase sem me sentir ridículo, despropositado, conivente?
Regresso uma vez mais à Ligúria, onde tantas vezes fui feliz e tantas vezes tive quase toda a beleza do mundo ao alcance da mão, e a frase regressa uma vez mais aos meus lábios, como quem murmura uma canção - a canção de Caetano: "Alguma coisa acontece no meu coração." É aqui."
Podem ver o texto+fotos aqui
Mostrar mensagens com a etiqueta Europa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Europa. Mostrar todas as mensagens
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Partilha de informação - Amsterdão
Das poucas coisas que comprei on-line (não é meu hábito)
I amsterdam - cartão para 1, 2 ou dias(52€ na net, p/ 3 dias), que dá acesso: a transportes gratuitos, electricos,metro. (excepto o comboio do aeroporto para a cidade= 2,30€); acesso a dezenas de museus, alguns bem relevantes como o Van Gogh, o Hermitage, a sinagoga israelo-portuguesa, FOAM,de fotografia. E uma série de descontos.
Mesmo o site é interessante e dá boas informações.
Eu comprei para 3 dias, mas acabei por usar só 2 dias, mas mesmo assim, duma maneira geral, acho que valeu a pena.
Casa de Anne Frank - se comprarmos pelo site o bilhete, escolhemos mais ou menos a hora que queremos ir (apesar que é flexivel cheguei lá antes da hora marcada e ninguem perguntou nada. A principal vantagem é que evitas as longas filas, entras por uma porta do lado esquerdo. 9€
Em Warmoestraat, onde era localizado o meu hotel que é uma rua 100% turistica, com hoteis, restaurantes, bares, coffeeshops, sexshhops, de tudo , o que mais gostei foi:
Para pequeno almoço: High Tea in De Bakkerswinkel



Cafe na rua paralela à Damrak, a Nieuwezidjs, que acho que é dentro de um museu, mas esqueci-me do nome, é logo qdo acaba os armazens Bijenkorf (ou seria mesmo na Damrak, acho que sim...) ha uma praceta com um museu e no meio da entrada do museu é o café. Abre-se uma cortina de veludo e o ambiente é muito acolhedor.
Café Bern - em Niewmarkt, nº9 - fui lá beber uma cerveja às 6 da tarde e só via tudo a jantar, mas e eu sem fome nenhuma. Voltei dia seguinte e comi a especialidade da casa, "fondue" dum bife cortado aos pedaços e fritas num molho de manteiga? de alho e ervas aromáticas, algo assim. Muito bom, mesmo.
I amsterdam - cartão para 1, 2 ou dias(52€ na net, p/ 3 dias), que dá acesso: a transportes gratuitos, electricos,metro. (excepto o comboio do aeroporto para a cidade= 2,30€); acesso a dezenas de museus, alguns bem relevantes como o Van Gogh, o Hermitage, a sinagoga israelo-portuguesa, FOAM,de fotografia. E uma série de descontos.
Mesmo o site é interessante e dá boas informações.
Eu comprei para 3 dias, mas acabei por usar só 2 dias, mas mesmo assim, duma maneira geral, acho que valeu a pena.
Casa de Anne Frank - se comprarmos pelo site o bilhete, escolhemos mais ou menos a hora que queremos ir (apesar que é flexivel cheguei lá antes da hora marcada e ninguem perguntou nada. A principal vantagem é que evitas as longas filas, entras por uma porta do lado esquerdo. 9€
Em Warmoestraat, onde era localizado o meu hotel que é uma rua 100% turistica, com hoteis, restaurantes, bares, coffeeshops, sexshhops, de tudo , o que mais gostei foi:
Para pequeno almoço: High Tea in De Bakkerswinkel
Cafe na rua paralela à Damrak, a Nieuwezidjs, que acho que é dentro de um museu, mas esqueci-me do nome, é logo qdo acaba os armazens Bijenkorf (ou seria mesmo na Damrak, acho que sim...) ha uma praceta com um museu e no meio da entrada do museu é o café. Abre-se uma cortina de veludo e o ambiente é muito acolhedor.
Café Bern - em Niewmarkt, nº9 - fui lá beber uma cerveja às 6 da tarde e só via tudo a jantar, mas e eu sem fome nenhuma. Voltei dia seguinte e comi a especialidade da casa, "fondue" dum bife cortado aos pedaços e fritas num molho de manteiga? de alho e ervas aromáticas, algo assim. Muito bom, mesmo.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Subscrever:
Mensagens (Atom)